Variação longitudinal da casca em árvores jovens de Eucalyptus na Amazônia

Autores

  • Amanda dos Santos Ferreira Universidade Federal de Rondônia
  • Marcia Cristiane Alves
  • Fábio Henrique Della Justina do Carmo
  • Adriano Reis Prazeres Mascarenhas
  • Thiago Cardoso Silva
  • Karen Janones da Rocha

Palavras-chave:

Fator K, Índice de casca, Resíduos lignocelulósicos

Resumo

A variação da espessura da casca ao longo do tronco gera erros de estimativas de volume e reduz, além de reduzir o rendimento industrial e energético. Objetivou-se avaliar a variação da espessura e índices de casca em diferentes posições do tronco em clones de Eucalyptus. Para isso, 45 árvores foram colhidas aleatoriamente, retirando-se 5 discos de cada nas posições: base, DAP, 25, 50 e 75% da altura total. A espessura da casca e diâmetro dos discos foram mensurados para cálculo do índice de casca. A espessura da casca variou entre ~0,87 e ~2,03 cm e o índice de casca situou-se por volta de ~0,97. Embora a casca seja parte fundamental da planta, as madeiras com altas proporções de casca podem ser indesejadas industrialmente. O conhecimento da variação da casca ao longo do tronco promove inventários florestais mais precisos e oferece maior eficiência no manejo.

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Publicado

09/24/2025

Edição

Seção

SUBMISSÃO DE TRABALHOS