Sobrevivência, crescimento inicial e estoque de carbono de um sistema agroflorestal aos 16 meses de idade
Palavras-chave:
Mudanças climáticas, Restauração Florestal, Sequestro de carbonoResumo
O efeito estufa tem sido agravado por ações antrópicas, intensificando as concentrações de gases de efeito estufa (GEEs). A recuperação ambiental, por meio de técnicas como os Sistemas Agroflorestais (SAFs), pode mitigar esse problema ao promover remoção de carbono. Este estudo avaliou a sobrevivência, o crescimento inicial e o estoque de carbono em um SAF implantado em dezembro de 2022, em área em regeneração. Foram plantados 661 indivíduos de 20 espécies florestais e outras espécies agrícolas. Os inventários foram realizados ao 0, 7 e 16 meses. Aos 16 meses, a taxa de sobrevivência geral foi de 68,08%. As espécies com maior sobrevivência e maior incremento em carbono foram Bixa orellana, Peltophorum dubium e Clitoria fairchildiana. Já as espécies que mais estocaram carbono foram Bixa orellana, Clitoria fairchildiana e Peltophorum dubium. Portanto, tais espécies demonstram potencial para uso em SAFs voltados à recuperação ambiental e neutralização de emissões de carbono.
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