Gradientes de altura do dossel entre as regiões fitoecológicas da Amazônia

Autores

  • Gustavo Henrique de Oliveira Mourão Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucurí - UFVJM
  • Souza Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
  • Azevedo Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
  • Pereira Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
  • Bruzinga Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
  • Gorgens Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri

Palavras-chave:

Modelagem, Biometria Florestal, Altura média do dossel, Altura maxima do dossel, Amazônia

Resumo

A Amazônia brasileira apresenta elevada diversidade estrutural, cuja compreensão é essencial para o manejo sustentável e a conservação. Este estudo investigou como as alturas médias e máximas do dossel varia entre as regiões fitoecológicas do IBGE. Foram utilizados 805 transectos LiDAR do projeto EBA, processados para gerar modelos digitais de altura do dossel. As métricas de altura média e máxima foram extrapoladas para toda a Amazônia por meio de algoritmos Random Forest, com 16 variáveis ambientais como preditoras. Os resultados evidenciaram gradientes estruturais claros, com dosséis mais altos em florestas ombrófilas e valores reduzidos em formações savânicas, além de heterogeneidade interna relevante, expressa pela diferença entre alturas médias e máximas. Essas métricas mostram potencial para complementar a classificação fitoecológica tradicional, aprimorando a definição de limites e contribuindo para o monitoramento e planejamento florestal.

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Publicado

09/24/2025

Edição

Seção

SUBMISSÃO DE TRABALHOS